Sou Peter Pan enjaulado
sou adulto petrificado
cresço com desejo de ser maior.
mas num segundo, se mostra o medo
enfrento-me a mim
e aos meus demónios
grito, rasgo
invento pseudónimos
para aquilo que não quero chamar.
Cresço, olhando-me no espelho cor orgulho.
Não sou quem queres que seja
Sou quem sou!
Uma alma, um voo em papel.
Sou carrossel,
deambulante sobre a vida que todos não foram capazes de ter.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Erva Daninha
Tal qual erva daninha
Rodeia a flor que tanto cresce
cortá-le é impossiel E o meu desejo não é esse.
Vai crescer longe daqui
E deixa o sol banhar a flor
Não quero que a àgua que a rega
sejam lágrimas de desamor.
Tal qual brincos de princesa quando
sentem o frio da noite
não quero fechar-me
por tal erva me dar assoite.
Vai-te e fica-te em teu lugar
Não quero o teu mal
só quero o meu bem estar
pois a esta flor tenho amor para dar.
Talvez o teu mal seja atenção
e por isso erva daninha,
não (re)floresce teu coração.
Rodeia a flor que tanto cresce
cortá-le é impossiel E o meu desejo não é esse.
Vai crescer longe daqui
E deixa o sol banhar a flor
Não quero que a àgua que a rega
sejam lágrimas de desamor.
Tal qual brincos de princesa quando
sentem o frio da noite
não quero fechar-me
por tal erva me dar assoite.
Vai-te e fica-te em teu lugar
Não quero o teu mal
só quero o meu bem estar
pois a esta flor tenho amor para dar.
Talvez o teu mal seja atenção
e por isso erva daninha,
não (re)floresce teu coração.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Baralho de Cartas
Num sussurro sentido
lanço assim o meu Á's de copas.
De dois baralhos perdidos
fizemos a melhor das canastras.
É bonito o novo brilho que demos
ao ouros que a nós pertence.
Unidos empunhamos as espadas
e enfrentamos os perigos dessas estradas.
Com os paus,
uns sobre os outros
seguimos caminho construindo nossas naus.
As copas essas de coração forte vermelho.
Vão sendo por nós partilhadas
com amor, desejo e anseio.
lanço assim o meu Á's de copas.
De dois baralhos perdidos
fizemos a melhor das canastras.
É bonito o novo brilho que demos
ao ouros que a nós pertence.
Unidos empunhamos as espadas
e enfrentamos os perigos dessas estradas.
Com os paus,
uns sobre os outros
seguimos caminho construindo nossas naus.
As copas essas de coração forte vermelho.
Vão sendo por nós partilhadas
com amor, desejo e anseio.
Ouvir.
Escutar.
Olhar.
Sentir.
Tocar.
Deixar-me por ti levar.
Levar-te comigo.
Vem!
Venho.
De sentidos apurados assim sigo, olho reparo e sinto.
De olhos bem abertos caminho, sinto e toco.
De sentimento sentido vivo, toco, ouço, calo e falo.
Digo tudo por palavras e falando assim prossigo.
Deixa-te levar por mim.
Leva-me contigo.
Prova!
É o agri-doce que a vida tem.
Saborei!
Mesmo o amargo e insonso que ela te dá.
A vida pode ser uma passagem de nivel, mas nem que o comboio te bata deixarás de:
Ouvir.
Escutar.
Olhar.
Sentir.
Tocar.
És demasiado estrelinha para isso.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Voando.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
sábado, 25 de setembro de 2010
sábado, 11 de setembro de 2010
Girasol II
Gira. Gira. Gira.
O sol...
Brilha. Brilha. Brilha.
Mais que sorrisos.
RISOS.
Felicidade é acerca das coisas que nos fazem bem.
Gira Girasol. Gira gira, em direção ao sol.
Sorri. Ri.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
Intempo-espaciais.
Sou, foste, somos, seremos Intempo-espaciais.
O tempo a nós não se aplica. Somos seres fora desse jogo irreverente do espaço curvo.
Não temos horas, e os minutos não damos conta da sua passagem.
Não existe casa ou chão. Ou lugar.
O espirito. O nosso. O meu, o teu. Não precisam de espaço. Vagueamos, flutuamos. Irrequietos, num movimento que não respeita o F=ma. Regulamo-nos com a incoerencia que a nossa essencia tranmite. Fazemos as nossas proprias leis, numa fisica criada por uma quimica inexplicavel.
Não sei como nem porquê, e provavelmente as outras perguntas que se geram não as sei responder.
Apenas é. Mas é tão depressa que dá a volta à barriga e depois *PUM* Fogo de artifício.
O tempo a nós não se aplica. Somos seres fora desse jogo irreverente do espaço curvo.
Não temos horas, e os minutos não damos conta da sua passagem.
Não existe casa ou chão. Ou lugar.
O espirito. O nosso. O meu, o teu. Não precisam de espaço. Vagueamos, flutuamos. Irrequietos, num movimento que não respeita o F=ma. Regulamo-nos com a incoerencia que a nossa essencia tranmite. Fazemos as nossas proprias leis, numa fisica criada por uma quimica inexplicavel.
Não sei como nem porquê, e provavelmente as outras perguntas que se geram não as sei responder.
Apenas é. Mas é tão depressa que dá a volta à barriga e depois *PUM* Fogo de artifício.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Degradação do corpo, dissipação da alma.
Dói a lembrança de te ter tido. Agora faço nascer em mim sentimentos que não existem. Convenço-me de que são reais, quando os sinto, quando de grandes mentiras. Vou ser selvagem e bruta. Regredir no meu ser interior e não me dar a luxos tais como a felicidade.
É o momento oportuno para tal. Vou ser animal, com carapaça e grande defesa. Perto de mim um aviso mudo dirá a toda gente para se manter longe de mim para sua propria segurança. Vou deixar as minhas garras crescerem e atacar qualquer um que de mim tente aproximar-se.
Serei mais que mulher. Serei lagarto e leoa. Serei um espirito infame de quem ninguem tirará partido. Serei corpo. Apenas corpo. Com alma guardada em caixa de pandora no fundo de algum lugar inóspito.
Não foste tu que fizeste de mim assim. Já o era. Talvez não de forma tão dura e cruel.
A situação, o momento , esses sim, fizeram de mim o que sou e quero ser.
É o momento oportuno para tal. Vou ser animal, com carapaça e grande defesa. Perto de mim um aviso mudo dirá a toda gente para se manter longe de mim para sua propria segurança. Vou deixar as minhas garras crescerem e atacar qualquer um que de mim tente aproximar-se.
Serei mais que mulher. Serei lagarto e leoa. Serei um espirito infame de quem ninguem tirará partido. Serei corpo. Apenas corpo. Com alma guardada em caixa de pandora no fundo de algum lugar inóspito.
Não foste tu que fizeste de mim assim. Já o era. Talvez não de forma tão dura e cruel.
A situação, o momento , esses sim, fizeram de mim o que sou e quero ser.
domingo, 11 de julho de 2010
"I can't give it up"
Ao som: "I can't give it up
to someonelse's touch"
O tempo corre à minha volta, mas o meu parece parado. Sinto a falta do cheiro que me cativa. Do vento a bater no rosto.
O meu tempo está parado. Tal qual um relogio de corda que necessita de alguem que puxe por ele.
O ar que respiro não se move. As pessoas passam por mim a correr e eu continuo aqui, quase imovel.
Que feitiço é este?
Não sei, o mundo perde-se na minha mão e o meu sopro já nem faz o pequeno moinho girar.
Esta tudo demasiado entranhado em mim para conseguir sobreviver sem olhar para trás.
E olhar para trás doi, magoa e faz mal. Mas era lá atrás que eu era eu, que eu estava bem, até que...
to someonelse's touch"
O tempo corre à minha volta, mas o meu parece parado. Sinto a falta do cheiro que me cativa. Do vento a bater no rosto.
O meu tempo está parado. Tal qual um relogio de corda que necessita de alguem que puxe por ele.
O ar que respiro não se move. As pessoas passam por mim a correr e eu continuo aqui, quase imovel.
Que feitiço é este?
Não sei, o mundo perde-se na minha mão e o meu sopro já nem faz o pequeno moinho girar.
Esta tudo demasiado entranhado em mim para conseguir sobreviver sem olhar para trás.
E olhar para trás doi, magoa e faz mal. Mas era lá atrás que eu era eu, que eu estava bem, até que...
sábado, 10 de julho de 2010
Fácil de Entender
The Gift
Talvez por não saber falar de cor, imaginei
Talvez por saber o que não será melhor, aproximei
Meu corpo é o teu corpo, o desejo entregue a nós
Sei lá eu o que queres dizer
Despedir-me de ti
Adeus um dia voltarei a ser feliz
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor
Não sei o que é sentir
Se por falar falei, pensei que se falasse
Era fácil de entender
Talvez por não saber falar de cor, imaginei
Triste é o virar de costas, o último adeus
Sabe Deus o que quero dizer
Obrigado por saberes cuidar de mim, tratar de mim
Olhar para mim, escutar quem sou
E se ao menos tudo fosse igual a ti
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor
Não sei o que é sentir
Se por falar falei, pensei que se falasse
Era fácil de entender
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor
Não sei o que é sentir
Se por falar falei, pensei que se falasse
Era fácil de entender
É o amor que chega ao fim
Um final assim assim, assim
É mais fácil de entender
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor
Não sei o que é sentir
Se por falar falei, pensei que se falasse
É mais fácil de entender
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor
Não sei o que é sentir
Se por falar falei, pensei que se falasse
Era fácil de entender
The Gift
Talvez por não saber falar de cor, imaginei
Talvez por saber o que não será melhor, aproximei
Meu corpo é o teu corpo, o desejo entregue a nós
Sei lá eu o que queres dizer
Despedir-me de ti
Adeus um dia voltarei a ser feliz
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor
Não sei o que é sentir
Se por falar falei, pensei que se falasse
Era fácil de entender
Talvez por não saber falar de cor, imaginei
Triste é o virar de costas, o último adeus
Sabe Deus o que quero dizer
Obrigado por saberes cuidar de mim, tratar de mim
Olhar para mim, escutar quem sou
E se ao menos tudo fosse igual a ti
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor
Não sei o que é sentir
Se por falar falei, pensei que se falasse
Era fácil de entender
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor
Não sei o que é sentir
Se por falar falei, pensei que se falasse
Era fácil de entender
É o amor que chega ao fim
Um final assim assim, assim
É mais fácil de entender
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor
Não sei o que é sentir
Se por falar falei, pensei que se falasse
É mais fácil de entender
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor
Não sei o que é sentir
Se por falar falei, pensei que se falasse
Era fácil de entender
sexta-feira, 9 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
No escuro tento acender essa luz em mim apagada.
Já nem o sopro é forte para fazer essas cinzas já mais que apagadas, acender.
A esperança, essa que dizem que é a ultima a morrer, à muito que abandonou este corpo quase petrificado.
As vontades do abismo não param, mas uma força nao sei bem de onde me impede.
Não sei o que aqui ando a fazer, deambulo feita morta viva tentando florescer uma flor que já murchou.
Olho em volta. A chama aqui nem se vê. Chego a ter inveja de todas essas chamas que vejo acesas ardentemente.
A unica força que tenho, a unica brisa que corre é aquela que me faz pedir para sair daqui. Mas nem sequer sei onde ir.
Já nem o sopro é forte para fazer essas cinzas já mais que apagadas, acender.
A esperança, essa que dizem que é a ultima a morrer, à muito que abandonou este corpo quase petrificado.
As vontades do abismo não param, mas uma força nao sei bem de onde me impede.
Não sei o que aqui ando a fazer, deambulo feita morta viva tentando florescer uma flor que já murchou.
Olho em volta. A chama aqui nem se vê. Chego a ter inveja de todas essas chamas que vejo acesas ardentemente.
A unica força que tenho, a unica brisa que corre é aquela que me faz pedir para sair daqui. Mas nem sequer sei onde ir.
sábado, 3 de julho de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Ando a perder-me em palavras.
O nosso alfabeto parece não chegar-me. Sufoca-me o tempo e o ar lá de fora.
Nada está certo, nem bem, nem justo. Começo a ficar cansada não sei bem de quê.
Preciso perder-me para tentar encontrar-me. Este mundo parece que não cabe em mim ou talvez seja eu que não lhe pertenço.
Quero sair daqui, a correr. Não olhar para trás nem por um segundo, deixar as lagrimas correrem pela minha face e que a velocidade da corrida para a frente as deixe para trás.
Preciso perder-me nesse mundo tão grande e pequeno.Preciso ouvir-me no meio dos gritos desesperados do meu pensamento para sair daqui.
Apetece-me desistir, de tudo, de todos. Sair daqui e vaguear incerta por caminhos que não conheço,
Colocar uma mochila às costas e ver onde vou parar. Deixar para trás o telefone e as pessoas, o contacto com a vida que conheço.
Estou cansada desta cidade, desta vida, deste ar que me rodeia sofocando os meus movimentos.
Preciso perder-me para ver se as lagrimas acalmam.
Preciso perder-me só para me perder.
O nosso alfabeto parece não chegar-me. Sufoca-me o tempo e o ar lá de fora.
Nada está certo, nem bem, nem justo. Começo a ficar cansada não sei bem de quê.
Preciso perder-me para tentar encontrar-me. Este mundo parece que não cabe em mim ou talvez seja eu que não lhe pertenço.
Quero sair daqui, a correr. Não olhar para trás nem por um segundo, deixar as lagrimas correrem pela minha face e que a velocidade da corrida para a frente as deixe para trás.
Preciso perder-me nesse mundo tão grande e pequeno.Preciso ouvir-me no meio dos gritos desesperados do meu pensamento para sair daqui.
Apetece-me desistir, de tudo, de todos. Sair daqui e vaguear incerta por caminhos que não conheço,
Colocar uma mochila às costas e ver onde vou parar. Deixar para trás o telefone e as pessoas, o contacto com a vida que conheço.
Estou cansada desta cidade, desta vida, deste ar que me rodeia sofocando os meus movimentos.
Preciso perder-me para ver se as lagrimas acalmam.
Preciso perder-me só para me perder.
Preciso Fugir.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Agora esta eu e a Maria dentro daquele cubiculo. A Nádia estava a porta passada completamente, os ciumes dela deviam estar a consumi-la de certeza. Mas dentro do cubiculo nem me lembrava disso, a Maria começa a provocar-me. Depois de cheirar encosta-me à parece e junta o seu corpo ao meu, a sua boca aproxima-se da minha e apenas diz "Bom produto, será que tudo vindo de ti vale assim a pena?". Não percebi qual a total intenção dela a dizer-me aquilo, mas sabia bem que ia acabar na cama com aquela mulher, se nao fosse naquela noite era no dia a seguir não dava para evitiar. Ela transpirava sexualidade e sensualidade, era muito forte, eu com a coca e o alcool todo a fluir nas minhas veias estava com uma tesão enorme.
A boca da Maria estava agora super proxima da minha, sentia a sua respiração nos meus labios. E pumba! a Nádia abre a porta com uma brutalidade completa, "posso cheirar a minha parte?" Estava completamente passada comigo, eu sai do cubiculo e esperei por elas na parte de fora da casa de banho. Um olhar ao espelho para ver se era muito evidente a moca que tinha. Os meus olhos estavam imensamente vermelhos, mas eu estava a me cagar. Aquela era a minha noite de putaria.
Saimos as três e fomos dançar, a Nádia soprava por todos os lados, e eu já não sabia bem para qual delas me virar.
Fodasse! Não aguento. Agarro as duas e puxo-as para mim, beijo a Nádia e a Maria olhava para o nosso beijo com um desejo incontrolado, olho para a Maria e beijo-a tambem. Depois de as beijar, aproximo-as e observo enquanto se beijam.
-Vamos sair daqui?
Elas acenam afirmativamente, sabia que não estava em condiçoes de conduzir mas ia pegar no carro na mesma.
Entramos no carro e começa a festa, elas vão para o banco de trás enquanto eu acelero como uma louca. Só pensava que ia matar-me naquela noite, pareciamos possuidas dentro do carro. Elas beijavam-se lá atrás e eu via pelo retrovisor, estavam a fazer de proposito para me provocar. Só queria chegar a casa da Nádia.
Finalmente. Nem sei bem como arrumei o carro mas nao interessa, saiu abro a porta de trás e puxo aquelas duas, estavam já semi-nuas. Não sei bem qual delas me deixavam com uma tesão maior.
Fizemos tanto barulho a subir aquelas escadas.
-Tens o meu amigo Jack, nádia?
-Ya, está no bar vai buscar.
Quando voltei, estavam as duas completamente nuas na cama à minha espera, bebo um pouco de whiskey, pouso a garrafa e começo a despir-me enquanto me aproximo delas. Estão as duas na cama, aproximo-me e a Nádia vai buscar a garrafa de Jack daniels que deixei no chão.

A Maria agarra-me por trás enquanto a Nádia começa a deitar wiskey sobre a minha pele a beber com a lingua.
Agarramo-nos. Comemo-nos. Bebemo-nos. Fode-mos como ninguem.
Os gemidos daquelas duas entravam pelos meus ouvidos e davam-me um prazer descomunal.
Não sabia se era a coca no meu sistema se o facto de as sentir tão molhadas, estava completamente louca, despojada.
Comeram-me enquanto eu as comia. Alternavamos entre dedos e lingua por todo o corpo. Eramos já quase como um unico ser a esbanjar prazer por todos os poros. Os nossos gemidos eram intensos, descontrolados e prazerozos.
Fodasse! Já deviam ser quase dez da manhã. Cai na cama, estava exausta, eu e elas.
(continua)
Isto é apenas uma historia, qualquer semelhança com a realidade é pura coincidencia.
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