quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Aracnofobia
gira e roda à volta da sua teia
na tentativa de encontrar...
Perfeição.
então eu rasgo-me com as unhas em sangue.
Já é tempo de não ser quem queres
já é espaço suficiente aquele que te ofereci.
Parecem agulhas.
agulhas envoltas na suavidade daquilo que nunca foste
naquilo que fiz de ti
"hoje sou melhor porque te conheci"
Eu sei.
Fiz de ti parte do que és
na tentativa de não te tornares nessa
viúva negra que apenas tece
e tece novamente essa mesma teia vezes sem conta.
Agora cais na tua própria armadilha
Eu não fiquei para ver.
Estava demasiado rasgada.
Fui eu quem te largou
Mais que terminares eu pus um fim
com as minhas unhas em sangue.
Não fiquei para ver.
Hoje as unhas não sangram
Não preciso rasgar-me mais
A pouco as feridas saram
A punho o tempo não dói
A tua teia não me reveste
Já não sou presa
e as aranhas já não me metem medo.
Segredos
e brotam frivolamente livres
do peito que queremos guardar
soltam-se as incertezas de um
querer não definido
misturado nessa dúbia forma de estar
perguntam-se em tom de movimento
os quereres do corpo
e pulsa da vulva a vontade de gritar
É um impetuoso querer orgásmico
que salta de todos os poros e culmina
culmina no silêncio interrupto
que passa de um corpo para o outro
como mágica, ou bruxaria
essa poção brota assim dessa fonte incansável
perde-se a noção do desejo
e já só o continuo envolvimento predomina
Esfregam-se na cara os proveitos próprios
emana pelo meio dessas pernas o fervor da vontade própria
o escuro passa a ser cor
a exploração completa-se na totalidade do corpo.
Queres?
Quero! Da-me! Penetra, como, toca e...
Contorce-me
Naquele pedaço de tecido esticado no chão.
domingo, 31 de agosto de 2014
Lisboa
Lisboa tem só o teu cheiro
Entranhado nos jardins que me escorrem pelos olhos
Lisboa já é pouco
Já perdeu o toque da saudade
Já largou o sonho do desejo
O Tejo já fez por se esquecer
E a calçada que tanto por nós passou debaixo dos pés
Hoje esquece-se do teu toque.
A cidade condoi-se comigo
Para esquecer
Ou fingir esquecer
Que a cidade te pertence.
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
...
Não tenho água.
Nem tenho sede.
Tenho-te apenas ainda nas mil e uma papilas gustativas do meu corpo.
terça-feira, 15 de julho de 2014
Entristecem-se os tempos
Nos espaços contidos
No desabrochar da hemácia que espreita.
Passa-se o gume quente de atrito
Rasgando do centro para a ponta
E ela salta
Aquece pedindo mais caminho
E mais um pouco
Contendo a fome
Juntas a vontade de comer
E ficas
Com a imobilidade escondida no corpo que ai deixa abrir
Rasgar soar ao som de algo que foste
É ferida contundente aquela que aqui fica
A que és, escolho tecer
Substituo as veias
Por estes veios de coisa nenhuma
Com o caudal que eu escolha cravar.
Já só escrevo para não te fazer
Não te tocar
Cravem-se em sonhos de infinitas memórias então
Fiquem-se para que eu não seja.
sexta-feira, 11 de julho de 2014
"Dead combo'
Oico-te no som de cada corda
Lembro-te no acorde em contratempo
Pois foi o que restou
Um acorde em contra tempo de uma
Harmonia que um dia fora...
Quadra puxada
Tónica que faz sentir
Ressoa a acústica dentro
Deste coração magoado
Corarao esse que regenera
Na tentativa de relembrar o que foi
Tal qual se relembra
E usa
E abusa
Daquele acorde à Freddy green
Que tao bem soava
Mesmo no momento descompassado
Em que a melodia deixou de fazer sentido.
O tema acabou
O Chasez já passaram
Já demos duas voltas de 8 compassos
Agora ninguém tem voz.
Nem som
Nem amplificador que faça sentido.
Agora...
A música é outra.
Há corvos atrás da minha casa
Há corvos atrás da minha casa
E eles grasnam à lua cinzenta
Que é apagada pelo sol que nasce.
Há corvos atrás da minha casa
E a putrefacção passa-lhes por cima
Da cabeça de penas pretas
Onde aguardam o momento de se alimentarem...
De escuridão.
Eles sabem que nem o alento
Nem o desassossego
Muda a divina conveniência da cadeia alimentar
Há corvos atrás da minha casa
E eles esperam
Grasnando na paz que me desola o espírito.
Há corvos. Há corvos
E eles não largam
Ou não deixam largar
Pois o saber fétido da desamargura
É o que mais lhes faz sentido.
Ali estão,
A espera...
Do momento certo
E apenas desse para quando
A capacidade de transformar a carne em espírito nos afogue
E aí sim
A atacam sem dó nem piedade.
Depois ficam as penas
Pretas d e escuridão para nos fazer lembrar de que um dia ali estiveram.
Há espaço atrás da minha casa
Os corvos?!
Nem vê-los...
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Sense
Quero fugir-me de espaços
Deleitar-me de tempos
Ungir-me de esperanças fétidas
Que caem na incerteza de tudo o que não é.
Deixar-me então cair nesse buraco moribundo de terra sem chão.
Sonhar o céu
Perder o mar
E ficar assim na concavidade ad eternum
Para que a pergunta se multiplique
Ecoe.
E por fim se deixe desdenhar nas características que procuramos um dia...
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Explorei os sentidos que me deste
Com luvas de cetim,
Uma mascara
E o cabelo apanhado.
Teria de ser um crime sem vitimas,
Sem testemunhas,
Sem provas.
Escondi-me na verdade da palavra que foi então assassinada.
Procurei o culpado,
Exigi a explicação da vida e da moral,
Esqueci o tempo.
Um crime como este é mais forte,
Mais duro
Devia ter a testemunha da verdade falhada
Ou a incerteza deste acto que deixei de pé.
Tento segurar-me na insegurança das marca que se foram cravando.
Nos espinhos que foram tornando duro
Pedra.
Fóssil.
Permaneci no sossego desassossegado da alma.
Escolhi dizer
Digo?
Ouviste?
É que quando o silencio encerra a rocha do ser
Temos de deixar o rio com a sua agua passar
E pelo menos fingir que no fim...
Só no fim, o espírito sairá lavado.
Sente-se a brisa de cada pedaço que não passou
No toque cruel do vento que não sabemos sentir quieto.
Levanta-se a quietude do nervosismo da alma,
E,
Num segundo se perde o medo.
Aquele que ganhamos por querer ter um acto de coragem consentido.
Fugimos a sete pés,
Com esse infame vento debaixo das asas
Que ora nos Vaz avançar
Ora cria um recuo que não temos força para controlar.
segunda-feira, 23 de junho de 2014
A sombra que acalenta as árvores
Que se mistura com a brisa das gotas desta chuva tépida que cai de um céu cinzento escuro,
Como a alma daqueles que fazem por buscar caminho
É a viagem, acompanhada pelo gesto doce do anoitecer
Pelos sons quentes, de um verão que tarda em chegar
Pelos silêncios despidos que cortam as nuvens
Num clarão azul eléctrico de vontade...
De encontro.
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
10 dias
num interior outrora
Frio
Adormecido.
aprendo e ir mais longe na Tua vontade.
Um ser/estar
e todas essas dualidades de Ti em Ti.
É a certeza.
São os desejos de vida derdadeira que só pode ser em Ti.
É o ser eu, no Teu sonho maior.
Um dentro das coisas,
e um de dentro para fora.
O desassossego que sossegas em mim.
a Fé.
Aquela que me deste.
o Dom.
todos que me ofereces.
Um sentir-me mais por ser Contigo.
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Ouviu-se o silêncio,
Inquieto,
Atribulado.
Ficou-se por ai.
Pelo Silêncio.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
No telhado branco de uma casa
vendo a forma como
foram crescendo e ganhando espaço e corpo
a luz necessária, deu-lhe todo o espaço que pediram
na altura certa
mesmo que este mundo não seja exatamente o mesmo
reivenção
do riso
lugares desertos, espaçosos e serenos
de haver amor
A verdade é que aconteceu tudo de forma mais natural possivel, sem planos, sem calendário, sem estratégia.
Uma civilização em estado de descontentamento, onde avareza, a neurose e a paranóia abundam, manifesta-se e degladia no interior de cada indivíduo, castrando a sua capacidade de realização e, por conseguinte, a sua capacidade de amar
Sem arrependimentos, sem olhar para trás, sem o cheiro de terra queimada contra o tempo que passa de nada serve espernear.
Gostava que este novo capítulo representasse um Recomeço, uma Primavera
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
É moroso.
sou adulto petrificado
cresço com desejo de ser maior.
mas num segundo, se mostra o medo
enfrento-me a mim
e aos meus demónios
grito, rasgo
invento pseudónimos
para aquilo que não quero chamar.
Cresço, olhando-me no espelho cor orgulho.
Não sou quem queres que seja
Sou quem sou!
Uma alma, um voo em papel.
Sou carrossel,
deambulante sobre a vida que todos não foram capazes de ter.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Erva Daninha
Rodeia a flor que tanto cresce
cortá-le é impossiel E o meu desejo não é esse.
Vai crescer longe daqui
E deixa o sol banhar a flor
Não quero que a àgua que a rega
sejam lágrimas de desamor.
Tal qual brincos de princesa quando
sentem o frio da noite
não quero fechar-me
por tal erva me dar assoite.
Vai-te e fica-te em teu lugar
Não quero o teu mal
só quero o meu bem estar
pois a esta flor tenho amor para dar.
Talvez o teu mal seja atenção
e por isso erva daninha,
não (re)floresce teu coração.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Baralho de Cartas
lanço assim o meu Á's de copas.
De dois baralhos perdidos
fizemos a melhor das canastras.
É bonito o novo brilho que demos
ao ouros que a nós pertence.
Unidos empunhamos as espadas
e enfrentamos os perigos dessas estradas.
Com os paus,
uns sobre os outros
seguimos caminho construindo nossas naus.
As copas essas de coração forte vermelho.
Vão sendo por nós partilhadas
com amor, desejo e anseio.
Sentir.
Tocar.
Deixar-me por ti levar.
Levar-te comigo.
Vem!
Venho.
De sentidos apurados assim sigo, olho reparo e sinto.
De olhos bem abertos caminho, sinto e toco.
De sentimento sentido vivo, toco, ouço, calo e falo.
Digo tudo por palavras e falando assim prossigo.
Deixa-te levar por mim.
Leva-me contigo.
Prova!
É o agri-doce que a vida tem.
Saborei!
Mesmo o amargo e insonso que ela te dá.
A vida pode ser uma passagem de nivel, mas nem que o comboio te bata deixarás de:
Ouvir.
Escutar.
Olhar.
Sentir.
Tocar.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Voando.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
sábado, 25 de setembro de 2010
sábado, 11 de setembro de 2010
Girasol II
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
Intempo-espaciais.
O tempo a nós não se aplica. Somos seres fora desse jogo irreverente do espaço curvo.
Não temos horas, e os minutos não damos conta da sua passagem.
Não existe casa ou chão. Ou lugar.
O espirito. O nosso. O meu, o teu. Não precisam de espaço. Vagueamos, flutuamos. Irrequietos, num movimento que não respeita o F=ma. Regulamo-nos com a incoerencia que a nossa essencia tranmite. Fazemos as nossas proprias leis, numa fisica criada por uma quimica inexplicavel.
Não sei como nem porquê, e provavelmente as outras perguntas que se geram não as sei responder.
Apenas é. Mas é tão depressa que dá a volta à barriga e depois *PUM* Fogo de artifício.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Degradação do corpo, dissipação da alma.
É o momento oportuno para tal. Vou ser animal, com carapaça e grande defesa. Perto de mim um aviso mudo dirá a toda gente para se manter longe de mim para sua propria segurança. Vou deixar as minhas garras crescerem e atacar qualquer um que de mim tente aproximar-se.
Serei mais que mulher. Serei lagarto e leoa. Serei um espirito infame de quem ninguem tirará partido. Serei corpo. Apenas corpo. Com alma guardada em caixa de pandora no fundo de algum lugar inóspito.
Não foste tu que fizeste de mim assim. Já o era. Talvez não de forma tão dura e cruel.
A situação, o momento , esses sim, fizeram de mim o que sou e quero ser.
domingo, 11 de julho de 2010
"I can't give it up"
to someonelse's touch"
O tempo corre à minha volta, mas o meu parece parado. Sinto a falta do cheiro que me cativa. Do vento a bater no rosto.
O meu tempo está parado. Tal qual um relogio de corda que necessita de alguem que puxe por ele.
O ar que respiro não se move. As pessoas passam por mim a correr e eu continuo aqui, quase imovel.
Que feitiço é este?
Não sei, o mundo perde-se na minha mão e o meu sopro já nem faz o pequeno moinho girar.
Esta tudo demasiado entranhado em mim para conseguir sobreviver sem olhar para trás.
E olhar para trás doi, magoa e faz mal. Mas era lá atrás que eu era eu, que eu estava bem, até que...
sábado, 10 de julho de 2010
The Gift
Talvez por não saber falar de cor, imaginei
Talvez por saber o que não será melhor, aproximei
Meu corpo é o teu corpo, o desejo entregue a nós
Sei lá eu o que queres dizer
Despedir-me de ti
Adeus um dia voltarei a ser feliz
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor
Não sei o que é sentir
Se por falar falei, pensei que se falasse
Era fácil de entender
Talvez por não saber falar de cor, imaginei
Triste é o virar de costas, o último adeus
Sabe Deus o que quero dizer
Obrigado por saberes cuidar de mim, tratar de mim
Olhar para mim, escutar quem sou
E se ao menos tudo fosse igual a ti
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor
Não sei o que é sentir
Se por falar falei, pensei que se falasse
Era fácil de entender
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor
Não sei o que é sentir
Se por falar falei, pensei que se falasse
Era fácil de entender
É o amor que chega ao fim
Um final assim assim, assim
É mais fácil de entender
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor
Não sei o que é sentir
Se por falar falei, pensei que se falasse
É mais fácil de entender
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor
Não sei o que é sentir
Se por falar falei, pensei que se falasse
Era fácil de entender
sexta-feira, 9 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Já nem o sopro é forte para fazer essas cinzas já mais que apagadas, acender.
A esperança, essa que dizem que é a ultima a morrer, à muito que abandonou este corpo quase petrificado.
As vontades do abismo não param, mas uma força nao sei bem de onde me impede.
Não sei o que aqui ando a fazer, deambulo feita morta viva tentando florescer uma flor que já murchou.
Olho em volta. A chama aqui nem se vê. Chego a ter inveja de todas essas chamas que vejo acesas ardentemente.
A unica força que tenho, a unica brisa que corre é aquela que me faz pedir para sair daqui. Mas nem sequer sei onde ir.
sábado, 3 de julho de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
O nosso alfabeto parece não chegar-me. Sufoca-me o tempo e o ar lá de fora.
Nada está certo, nem bem, nem justo. Começo a ficar cansada não sei bem de quê.
Preciso perder-me para tentar encontrar-me. Este mundo parece que não cabe em mim ou talvez seja eu que não lhe pertenço.
Quero sair daqui, a correr. Não olhar para trás nem por um segundo, deixar as lagrimas correrem pela minha face e que a velocidade da corrida para a frente as deixe para trás.
Preciso perder-me nesse mundo tão grande e pequeno.Preciso ouvir-me no meio dos gritos desesperados do meu pensamento para sair daqui.
Apetece-me desistir, de tudo, de todos. Sair daqui e vaguear incerta por caminhos que não conheço,
Colocar uma mochila às costas e ver onde vou parar. Deixar para trás o telefone e as pessoas, o contacto com a vida que conheço.
Estou cansada desta cidade, desta vida, deste ar que me rodeia sofocando os meus movimentos.
Preciso perder-me para ver se as lagrimas acalmam.
Preciso perder-me só para me perder.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Fodasse! Já deviam ser quase dez da manhã. Cai na cama, estava exausta, eu e elas.
(continua)
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
-Não me chateies, volto amanhã de manhã, ou então à tarde, ou no domingo depende de onde a noite me levar, não esperem por mim.
-Madalena não é assim, agora sais de casa de qualquer maneira?
-Adeus mãe!
Sai de casa, decidi não levar o carro do meu pai, sabia que ia dar merda, caminhei até à estação de comboios mas foi nesta altura que pensei "FODASSE, tenho de estar a espera de tudo? nã, vou ligar ao rodrigo e digo-lhe para vir comigo e eu vou a conduzir".
Assim fiz, ja estava na estação quando liguei para o rodrigo.
Eu- Minha princesa?
Rodrigo-Diz madalena amor, o que queres?
Eu-Vamos ao bairro? e depois para a noite? apetece-me apanhar uma puta das nossas.
Rodrigo-Bora! mas levas tu o carro.
Eu-Ok, tem é de ser o teu o meu está na oficina, e decidi nao trazer o do meu pai, para nao ter de voltar já amanhã para casa.
Rodrigo- Está bem, passo ja ai, esta onde?
Eu- Na estação, vá despacha-te que o Ferreira está a minha espera com a cena.
Ele chegou a estação, apitou como sempre e toda gente se meteu a olhar como quem pensa-se que eu era uma puta. "Anda com esta merda caralho!" dizia o rodrigo enquanto eu fazia o meu pé ficar mais forte no acelerador, fomos directos à amadora, onde o ferreira estava a nossa espera com o produto. Eu tinha feito um mega negocio com o Ferreira, ele dava-me algum se eu lhe vende-se o resto do stock naquela noite, eu sabia que ia ser na boa, entao aceitei, umas gramas para mim, e outras para venda. Ja estava a ver o filme todo, aumento o proço e ainda tenho a noite de hoje à borla.
Fomos para o bairro, pelo caminho passámos no Mc da segunda circular, estava com um enorme desejo de comer uma tarte de maçã, quando chegamos ao bairro ja era meia noite e meia. O fodido foi estacionar o carro, voltas e mais voltas ja estava farta, depois de encontrar um buraquinho lá seguimos para as ruas do bairro.
Rodrigo- Vamos onde primeiro?
Eu- Nao sei, mas quero vender esta merda toda aqui!
Rodrigo- Começamos na boca do inferno, primas, chueca, passasmos no frinds com cuidado e vamos aos labios de vinho, aqui tenho clientela para ti, depois logo se vê.
Eu- Esta bem, bora lá!
Chegamos à boca do inferno, eu estava com uma sede de alcool que não conseguia controlar.
"´Vê lá onde é que tao esses cabroes, que eu vou comprar traçado" disse eu ao rodrigo. Subo a rua e no topo, encontro a boa da Nadia, babo-me por todos os lados, mas manti a pose.
A Nadia era aquela miuda que cada vez que eu a encontrava na noite era fim de semana de sexo na certa. Ela era fogo na cama. Na cama, no chao, no banco, no chuveiro, em todo lado. Os nossos fins-de-semana eram a loucura completa.
Eu- Então Nádia, mekié? Tas boa toda boa?
Ela- Hey madalena, ja nao te via a bue tempo, boa toda boa? Não sei, o que é que achas? (enquanto da uma voltinha, exibindo as suas curvas e aquelas pernas para mim)
Eu- Es sempre boa toda boa, nao e verdade.
Ela aproxima-se do meu ouvido e diz-me baixinho - Então? vens entre as minhas pernas brincar hoje para matar saudades?
Eu- Falamos mais logo minha tesuda, por agora tenho umas coisas para vender.Nao desligues o telefone, e... Queres dar-me a tua chave suplente de casa?
Ela deu-me a chave e eu segui para comprar o meu alcool. Fodasse é sempre assim, quando venho para estas noites de putaria fodo que nem uma maluca, este fim de semana nao pode ser diferente.
Andei naquele bairro todo, de cima para baixo de baixo para cima, depois os amigos dos amigos ligavam-me porque tambem queriam produto, ainda eram 2 e pouco e eu ja tinha vendido tudo, e estava com uma mouca speedada do caralho, sem sequer ter tocado na minha coca.

Todos aqueles a quem eu vendia, partilhavam no minimo um bom carreio para mim. Ja mal via o que me passava a frente.
Volto para as primas, queria ver quem parava por lá e ver com quem ia curtir a noite, o namorado do Rodrigo ja tinha chegado, e estava danadinho para ir levar no cu do namorado. Algum tempo depois o Rodrigo diz-me que vai com o namorado para casa, mas eu podia ficar com o carro, depois ele ligava-me para eu ir busca-lo.
É quando o rodrigo baza que eu começo a olhar com mais atenção àquela gente que ali estava. Para onde é que eu ia? Voltei a ver a Nadia, ela diz-me que eu tenho duas hipoteses, ou vamos para o maria, ou vamos deitar a casa dela a baixo. Eu disse que queria ir para o maria, a coca estava toda no meu sistema, mas eu queria ainda mais. Hoje era a Puta das Putas, nem sabia porquê, mas eu queria assim.
Entramos na discoteca, a mesma musiquinha de merda, as mesmas pessoas tudo na mesma. Fodasse! Não devia ter vindo.
Durante a noite toda a gente me vinha dizer ola, eu com a sede que tinha, cravava uma bebidaa toda gente que me vinha cumprimentar. Que bebedeira que eu ja tinha, mas continuava.
A Nádia, dançava para mim exibindo todas as coisas boas do seu corpo, quando ela dançava assim para mim é que eu me apercebia a verdadeira razao de fuder tanta vez com ela. Quando dou conta do outro lado da pista, uma mulher não para de olhar para mim e tentar manter contacto visual. Eu adoro isto. Comecei a pica-la, dançava com a Nadia enquanto ela continuava a provocar-me do outro lado e aproximava-se devagar.
A certa altura estava à minha frente.
Ela-Ola! tu es a madalena nao és?
Eu- Sim, e tu és?
Ela- Maria, ouvi dizer que se eu quero uma coisa é contigo que tenho de falar, ainda tens para vender?
Eu- Não pah, hoje acabou o stock, mas tenho da minha, se quiseres partilhar a pista comigo, eu posso partilhar a minha coca contigo
Ela- Esta combinado, e para quando?
agarrei-a pelo braço com força, ela intrigava-me e com a ajuda do efeito Nádia eu estava com uma tesao enorme, so pensava em ir para casa e foder com aquelas duas. Nao podia pensar isso, tinha acabado de conhecer a Maria, mas era exatamente aquilo que me apetecia.
Entra-mos na casa de banho, entrei no cubiculo e fiz 6 carreiros, 2 para cada uma. Cheirei. Fodasse que tesao, que speed. A maria nem esperou que eu saisse do cubiculo, entrou e cheirou a parte dela. A Nádia estava super fodida la fora.
(continua)
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Ausencia
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Invictus
Escura como o inferno de ponta a ponta
Agradeço a qualquer Deus que seja
Pela minha alma inconquistável
Nas garras dos destino
Eu não vacilei nem chorei
Sob as pancadas do acaso
Minha cabeça está sangrenta, mas ereta
Além deste lugar tenebroso
Só se percebe o horror das trevas
E ainda assim, o tempo,
Encontra, e há de encontrar-me, destemido
Não importa quão estreito o portão
Nem quão pesado os ensinamentos
(...) "
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
One day...
domingo, 31 de janeiro de 2010
Animal.
sábado, 30 de janeiro de 2010
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH
"Eu não vou a lado nenhum" - digo-te vezes sem conta. E é verdade. Mas magoa-me agora sinto que nao posso confiar em ti.
So me apetece dizer-te adeus, mas na oconsigo!
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Gostas da adrenalina a correr nas tuas veias entao saltas um patamar de vida.
No fundo não passas de uma cobarde viciada na adrenalina que busca incansavelmente algo que outrora perdeu...
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Sem titulo.
E quando se entranha, faz tremer e congela, parte e sobre-aquece.
Dá medo e coragem, é uma fantastica ignominia. Para se continuar a entranhar parece-mos banhar-nos no rio leteu para seguir-mos assim numa das suas barcas e sonhar alto.
Apetece-nos sonhar, voar e cair mas o barqueiro que nos guia leva-nos por caminhos estranhos. Vemos pessoas estranhas de todos os sub-mundos, dirigem-se a nós e assustam-nos, por entre sorrisos congelados parecemos sentir facadas nas costas por lembrar um passado nosso que não é em nada igual ao presente.
Ouve-se o som da cascata ao fim, o rio acaba e cai no nada, vamos deixar-nos cair, arriscar a sobrevivencia.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
A parede!
Esta limpa, sem nada. Não resisti, peguei nos meus pasteis e comecei a escrever.
Escrevi os nomes das pessoas que para mim sao importantes no mundo.
Depois escredi os lugares, os cheiros, os sentimentos, as posiçoes sexuais.
Escrevi tudo isso. Enchi a parede e deixei um quanto em branco para preencher depois.
No fim assinei: De alguma estranha deambulante no mundo.
Tanta COISA!
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Conversa de mim para comigo.
-Boa ou má?!
-não sei.
-Ja vem problema, tu não páras?
-mas o que foi? ainda nem sabes o que se passa.
-Não sei o que se passa mas quando vens ter comigo e porque ja tas mesmo mal.
-Eu não estou mal, se formos a ver até estou feliz, tenho tido muitos mais momentos de felicidade do que há alguns tempos atrás.
-Isso é bom, acho eu.
-Eu não sei se é bom. Mas tenho me sentido bastante bem, o pior é quando penso.
-Quando pensas dá sempre buraco não é verdade?
-Sim. Mas eventualmente temos de pensar.
-Mas va conta lá o que se passa.
-Prometes que não te chateias comigo?
-Eu nunca me chateio, apenas te chamo à razão e sinceramente... Pouca vez segues aquilo que te digo.
-Eu sei, eu sei, mas não é por mal.
-Va conta, eu oiço-te.
-Quebrei a minha promeça.
-Qual promeç...
-Eu não queria ams aconteceu, nem sei bem como apenas aconteceu, e ela e eu e o beijo e o mundo e ...
-Calma Mónica. Devagar agora, o que se passa?
-Eu prometi-te. Ou seja eu prometi-me que não voltava a apaixonar-me. Nao voltava. E quebrei a minha promeça.
-Mas eu no dia em que me, nos prometes-te isso eu disse-te que nao podias fazer tal promessa.
-Eu sei, tu avisas-te-me, mas sei la... eu pensava que ia conseguir controlar
-Essas coisas não se controlam Mónica.
-Ok mas agora olha, o que é que eu faço?
-Vive.
-Acho que nao devia.
-Não sejas maricas.
-Não é ser maricas e tu sabes.
-Sim eu sei, mas tem calma, vamos ver onde isto vai dar.
-Ok, vamos ver onde vai dar, mas tu ficas aqui sempre comigo!
-sim, sabes que eu não vou nunca a lado nenhum.
domingo, 20 de dezembro de 2009
Gargalhada.
Rir até nao poder mais.
Até me doer a barriga.
Porque custa, e para que nao me sinta mal, rio a gargalhada.
Depois de... ver as...
Ai.
GARGALHADA!
E ouvir... Sabendo...
hm...
AI RISO
embraça-me e embranha-me para que nada seja estranho.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Sorrir e acenar.
Porque a tua presença me aquece.
Sorrir e acenar.
Agora mantenho o silencio.
Sorrir e acenar.
O azevinho, porque é natal.
Sorrir e acenar.
O teu sorriso.
Sorrir e acenar.
O teu olahr de mel e limão.
Sorrir e acenar.
Vou continuar a...
Sorrir e acenar.
Porque no fundo não sei o que mais fazer.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Matematica de Vida
Mas hoje menos do que ontem e mais do que amanha, não me apetece escrever nada.
Apetece-me acalmar os murmurios do meu corpo. Quero acalmar essas vozes que se exaltam na minha mente triangular, que não explica a hipotenusa do que pensa.
Ó, como eu gostava que tudo fosse tao facil tal qual teoria do E=mc2, em que a relatividade e tao complexa que se torna simples entender o espaço e tempo curvo. Fosse a soma do quadrado dos catetos a explicação para os problemas que assombram as nossas vidas.
Aí sim, a matematica seria complicada, se equiparada à verdadeira vida, e se as suas variaveis fossem, tais como na minha variantes atenuadas do normal, feito o numero zero que cria sempre a discução da sua paridade.
sábado, 21 de novembro de 2009
Agora não me apetece sorrir, mas tambem não é uma lagrima aquilo que quero fazer brotar de mim.
Quero paz, é bom saber que ja foi e passou, sentir a calma e a tranquilidade que isso me pode dar.
O buraco negro vem ai, presinto-o mas não vou ter medo dele, aprendi a habituar-me agora é seguir em frente.
E o novo ano esta perto, vamos ver o que ele nos reserva.
Ainda me pergunto todos os dias porque é que "Sem ti" se parece tanto com Senti(r). Problemas de semantica.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Sinfonia de dias trocados
2
3
4
5
...
Conto os minutos do amanhã.
O ontem que hoje senti fez-me confusão a semana passada.
O Agora que foi no domingo, faz sexta-feira, parecer riducula.
Trocam-se os dias da minha agenda quando um sol e um lá e um si, fazem o som que sinto aqui dentro.
É tambem o dó que junto com outro dia faz o fá misturado com o ré fazerem tanta sintonia.
Entre mares e marés, praias e prados, oiço o doce som do vento daquela pauta e daquele momento inacabado.
domingo, 15 de novembro de 2009
Hoje vou ser diferente.
Vou apenas deitar-me na minha cama e deixar o tempo passar por mim.
Amanhã acordo, talvez, logo se ve.
Mas agora, agora esquece, o amanhã é só amanhã, e o Son(h)o de hoje ainda esta para vir.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Merry (fucking) christmas
domingo, 1 de novembro de 2009
Tantos me dizem para esquecer, para ignorar.
"Tens tanta miuda gira por ai" dizem-me, mas se eu as quisesse ficava com elas, mas simplesmente a tua incoerencia, complicação, inexplicação faz com que sejas tu a que quis.
Sim vou usar o passado, pois hoje tento enfrentar um novo futuro sem ter (te) a ti no meu pensamento.
domingo, 4 de outubro de 2009
O segredo
Agora? Agora não têm coragem de admitir um erro de um segredo guardado, ou melhor de um não segredo guardado ou não por alguem que não se sabe quem.
É por isso que os meus ficam só meus, e grito-os numa caixa, na caixa que de seguida queimo e atiro à agua, que faço secar ao vento e enterro.
Fossemos todos assim.
Pensando melhor, ainda bem que não o somos.
Ainda bem que não sou como eles, ou como os outros que estao para vir, o segredo, o MEU segredo esse esta guardado, e nem o fogo, a terra, o ar ou a agua o saberão. Mas... eu sei que alguem o sabe, e sei que esse alguem o teme. Eu dele não tenho medo, mas sinto-me fraca ao saber que alguem que nao eu, o teme e não deixa que eu lhe dê a mão.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Aprendi!
Aprendi a sentir borboletas na barriga sem as entender.
Aprendi a sentir o coração.
Aprendi a dor de uma lagrima.
Aprendi o som do silencio.
Soube o que é a distancia perto.
Soube o que é querer tocar e não poder.
Aprendi a perder, e a esquecer.
não te esqueci, e acho que não vou esquecer. Mas mesmo assim, com dor e medo e borboletas, sinto-me feliz.
Obrigada.
domingo, 13 de setembro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Só me acontece a mim
- Ter sonhos mesmo parvos a cerca dessas pessoas
- Acordar por dar uma cabeçada na cama com a "movimentaçao" toda do sonho
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Fazes-me falta...
É nestas alturas que senti-mos mais, talvez a perda de um Amigo seja a mais dificil, ficamos sem nome e em relação a ele nao somos nada, fomos mas agora que o perdemos passamos a um nada. Sofrendo em silencio.
Prefiro calar-me. Decidi que é a melhor saida. Volta não à a dar a esta roda gigante desmantelada. Poderiamos ter sido tanta coisa.
Agora somos pó.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
ATÉ O GOOGLE!

Procurava uma imagem para este texto que escrevo aqui embaixo.
E até no google 2 coisas que uso para "falar/relacionar" a uma pessoa que por mim passou, se relacionam. WOW
As luzes ao fundo brilham como estrelas. São as luzes aqui perto que apagam as verdadeiras que brilham nocéu.
Amo-as.
Aquelas que aqui no céu brilham, as verdadeiras.
Já as outras aquelas que fingem ser, ali ao fundo, acho que as amei mas elas perdem o brilho sem sequer darem conta disso.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Kiss & Slap!
Se te der o beijo que me prometes-te, qual a tua reação?
guardo-o para o meio de uma frase tua xD
terça-feira, 18 de agosto de 2009
O teu olhar que agora se torna vítreo, tenta finjir-se apagado.
Escondes.
Tens de seguir em frente, mas o olhar para trás é inevitável.
Sopras.
Empurras.
Tudo para que ele vá embora.
Mas ele paira, por cima e à tua volta.
Avança, deixa a calma por ti entrar.
A oportunidade perdida não volta.
Esquece.
Mata esse teu EU dentro de ti que não queres ser.
Não danifiques o resto, os outros EU's podem precisar desse.
Aprende.
Vive.
Pois um dia... Todos nós seremos pó.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Playground Love.
I'm a high school lover, and you're my favorite flavor
Love is all, all my soul
You're my playground love
Yet my hands are shaking
I feel my body remains, themes no matter, I�m on fire
On the playground, love.
You're the piece of gold the flushes all my soul.
Extra time, on the ground.
You're my playground love.
Anytime, anyway,
You're my playground love
A musica ja me acompanha à uns dias (nao sei o que me deu para me voltar a lembrar dela) *-*
E o video, achei original e gostei =)
sexta-feira, 31 de julho de 2009
quinta-feira, 30 de julho de 2009
A minha visão favorita da lua!
domingo, 26 de julho de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
SHIUUUU
Desejos
Desejamos que essa coisa aconteça, e rapidamente.
mas quando acontece...
Parece que não teve tanto impacto como era suposto. Parece que nao sentimos o que devia-mos sentir.
estranho
quinta-feira, 16 de julho de 2009
terça-feira, 14 de julho de 2009
segunda-feira, 13 de julho de 2009
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Normal!
Primeira reação: RASGA! QUEIMA! DEITA FORA.
Segunda reação: Pode ter sido feita por causa de "brincadeira" com a X, mas foi algo por que me esforcei e até saiu uma teoria engraçada.
Aqui vai a "teoria" em questão:
Tudo começou com a bela pergunta : "Mas o que é normal para ti?"
Como todas as teorias tem de ter uma base concreta comecei com uma pesquisa de "normal" descobrindo:
-> Vem de normalidade
-> normalidade: Seguir algo padrão. Regular. Fazer o que é correto segundo determinadas perspectivas.
-> Oposto de anormalidade
-> Por vezes dizemos que é normal aquilo que mais comum.
-> Algo com alta probabilidade de se repetir.
-> Numero: Numero real cujos algarismos são distribuidos de maneira aleatoria no seu desenvolvimento.
(Pesquisa feita. Estava na hora de "desenvolver a tese")
Posto isto para mim ser normal pode ser seguir-se não um mas vários padrões, que podem ou não ser considerados normais e estes são distribuidos na nossa vida de maneira aleatória no nosso desemvolvimento.
-> Padrões que podem não ser normais - que podem ter ou não uma maios probabilidade de se repetirem.
-> Se seguirmos determinado padrão e chegar-mos a conclusão que nos afecta (negativamente) não o voltamos a repetir e assim a probabilidade de acontecer diminui.
conclusão: Como a normalidade é relativa de cada um, a minha normalidae é, devido à minha essencia, a LOUCURA
terça-feira, 7 de julho de 2009
Sei la...
Só um. É o que peço a mim mesma.
Aguenta mais umas horas.
Força, esta mesmo por cima de ti, se empurrares com mais força consegues vira-la.
Digo a mim vezes sem conta.
E agora assim o sinto.
Sim acho que finalmente a virei.
Acho que mais uma pagina se virou. Cresci.
Toca a ...
Sorrir e acenar?
Será?
Logo se vê.
Amanhã? Depois?
Isso vê-se mais tarde.
Sorri!
Tira prazer da vida.
Dos pequenos momentos, dos grandes.
De todos.
Tudo plo que passas, passas-te e passarás é importante.
Faz de ti quem és.
Não te esquecas disso que nao te lembravas à que tempos.
Tu es TU. Isso basta se fores feliz.
Senão procura quem queres ser, e torna-te TU.
Sorri, não acenes, limita-te a sorrir porque te apetece.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Est'es La Tuna Feminina



sexta-feira, 3 de julho de 2009
Vendo o mundo girar deparo-me com...
Mas muito recentemente apercebi-me que isso esta a mudar, as pessoas estao a aceitar-se mais, e até ja assumem quem são a uma pequena parte do mundo. Isso faz-me sorrir, porque é bom, porque eu sei que essas pessoas vão ser mais felizes, e eu gosto de ter pessoas felizes a minha volta, faz com que o meu sorriso se intensifique.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Estudante.
A camisa branca vesti com calma e orgulho, vesti as meias com cuidade e a saia veio por cima. Com toda a atenção e delicadeza fiz o nó da gravata, apertei o colarinho e peguei no casaco. Vesti-o, apertei os botoes deixando o ultimo desapertado. Sacudi-me três vezes olhei em frente, em cima da minha cama la estava ela, a minha capa preta, dobreia como mandam as regras e deixei-a cair sobre o meu braço... Estou pronta, sou estudante, estou Trajada.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Converça de eus.
-Quem és tu?
-Não sei. Mas sei quem fui.
-Isso não me interessa. Quero saber quem és tu, agora.
-Eu não te posso ajudar então.
-Diz-me lá quem és...
-Mas eu não consigo lembrar-me.
-Então mas... Tu lembras-te de quem foste e não sabes quem és?
-Sim... Ó, não irias perceber.
-Podes sempre tentar. Assim nunca saberás se vou ou não perceber.
-Eu sei que fui feliz, livre, contente, divertida, sorridente. Agora apenas sei que sou a Mónica.
-Então já sabes que és a Mónica.
-Sim, eu sei que sou a Mónica, mas não sei se isso basta.
-Claro que basta!
-Mas se ser a Mónica não for suficiente? ou se for demais?
-Calma, pensas demais nas coisas.
-Eu sei que penso, mas não consigo evitar. E cada vez mais acho que ser a Mónica é pouco.
-É pouco? Mas é pouco porquê?
-Não sei. Sinto-me pequenina, insignificante, desnecessaria.
-Ó não sejas parva. As pessoas não tem de precisar sempre de ti.
-Eu sei, não quero que precisem sempre. Mas tambem agora, acho que nunca precisaram.
-Ai rapariga, tas a ser parva. Não recorreram a ti?
-Sim... Mas...
-Então foi porque precisaram.
-E quando for eu a precisar?
-A precisar de quem? da Mónica?
-Sim, quando for eu a precisar de mim? E se eu não me encontrar?
-Procuras mais um pouco.
-E se já tiver procurado em todo o lado?
-Olhas para trás.
-Porquê? Eu vou lá estar?
-Isso não sei, mas pode ser que descubras onde te perdeste.
-E se me tiver perdido muito longe?
-Atas um corde à cintura e voltas para trás para te ires buscar.
-E se eu nao quiser vir? Se tiver medo?
-Puxa por ti. Tens de voltar. Tu precisas de ti. Não te vais deixar sozinha, ou vais?
-Acho que já deixei.
-Estas a ser parva, não abandonas ninguem e agora vais abandonar-te a ti?
-É. Acho que sim. Acho que sou cobarde comigo.
-Deixa de ser parva. Olha lá. Até nem estas muito longe.
-Mas como é que eu lá vou? Nem tenho coragem de me olhar nos olhos.
-Vai. Respira fundo. Pegas na tua mão e trazes-te.
-Não vou conseguir.
-Acho que estas a olhar para ti. Estás à espera de quê para te ires buscar?
-Não sei. Acho que estou à espera de vir sozinha.
-Já vieste alguma vez?
-Não.
-Então vai-te buscar. Se não perdes-te mesmo.
-Mas e...
-Tenho de te dar um empurrão?
-Não. Eu vou lá, eu vou lá.
-Vai. Vai ser bom para ti. Não apareças cá sem ti.
-Sim. Eu vou buscar-me e voltamos as duas.
terça-feira, 23 de junho de 2009
sexta-feira, 19 de junho de 2009
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Tu que passas e não sabes onde vais.
Tu que sonhas e não sabes com que.
Tu que caminhas por entre caminhos estranhos em busca de ti mesma.
So quero dizer que eu compreendo-te. Tambem eu vagueio sem saber para onde, sem saber o que procuro e sme saber onde vou chegar.
Tambem sonho com algo que nao sei o que é e tento encontrar.
Tambem eu tenho saudades de algo que nao existe.
Amanha logo se vê. Dou-te a mão se me deres a tua. E se precisares dou-te as duas e juntos procurare-mos o que mais desejamos.
Só para dizer que
terça-feira, 9 de junho de 2009
domingo, 7 de junho de 2009
sábado, 6 de junho de 2009
Leituras *_*
"Comecei a desapertar os botões das costas do seu vestido e ela os do meu colete. Toquei-lhe nos seios, beijei-os; ela beijou o meu peito. Beijámo-nos com um furor desgovernado. Deitámo-nos no centro do labirinto, sob a melodia da fonte e o olhar da lua. As serenatas nocturnas do sexteto de cordas chegavam até nós, vindas dos salões, onde a festa prosseguia, alheia ao nosso momento, e o fogo de artifício sulcava o céu por cima de nós.
A roupa estava já espalhada à nossa volta. A força do amor exigia os nossos corpos. Ambos advinhávamos o sofrimento físico de nos negarmos. Eu sabia, sabíamos ambos, que no final daquele acto carnal se acharia a nossa própria morte. Nada desejava mais do que morrer impregnado pelo amor eterno que habitava Marianne..."
sexta-feira, 5 de junho de 2009
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Frases de Pessoa.
"O proprio viver é morrer, porque não temos um dia a mais na nossa vida que não tenhamos, nisso, um dia a menos nela"
Fernando Pessoa





